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Protocolos de seguranças contra Covid-19 devem ser mantidos para evitar transmissão pelo ar

Protocolos de seguranças contra Covid-19 devem ser mantidos para evitar  transmissão pelo ar

Eficácia da utilização de máscaras de proteção está entre 80% e 90% 

O relaxamento por parte da população quanto aos métodos de prevenção do Sars-CoV-2, causador da COVID-19, é um dos aliados para propagação do vírus, que é transmitido, essencialmente, por meio de contato com superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos, e também por gotículas de saliva expelidas durante uma conversa, pela tosse ou por espirro.

A chance de contágio pelo ar, por meio de gotículas, existe mesmo em locais abertos. Já em ambientes fechados, com pouca ventilação e, principalmente, quando há aglomeração de pessoas, a possibilidade de transmissão da doença aumenta. Por isso, segundo as autoridades sanitárias e de saúde, a principal orientação é seguir com as medidas de prevenção e sempre estar atento com a higiene.

“As máscaras, com as de pano com duas camadas, devem ser utilizadas sempre que a pessoa sair do domicílio e que for se expor a locais com contato com outras pessoas. Cabe destacar que a eficácia da utilização de máscaras está entre 80% e 90%”, explica o médico infectologista e coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar no Hospital Geral de Guarulhos (HGG), Daniel Lorenzon Bartmann.

Uma dúvida frequente é quanto ao uso de máscaras para a realização de atividades físicas ao ar livre, por passar a ideia de que, por se tratar de local aberto, o risco de contaminação é nulo. Segundo Lorenzon, a possibilidade de contaminação diminui, mas ainda assim ela existe e exige atenção, principalmente quando há aglomeração. “A prática de atividade física em ambientes externos com baixa aglomeração de pessoas traz baixo risco de transmissão da Covid. Caso as atividades ocorram em ambientes em que há aglomerações, a atividade física deve ser realizada com a utilização de máscaras”, orienta.

A máscara, seja ela cirúrgica ou de tecido, deve cobrir tanto a boca quanto o nariz e ser substituída por outra sempre que estiver úmida ou se houver alguma sujidade aparente. Outra questão que cabe ressaltar é sobre a higienização das mãos. “As mãos devem ser lavadas frequentemente com água e sabão ou com álcool 70%, principalmente após tocar superfícies potencialmente contaminadas”, indica o infectologista.

 

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