“Eu mergulhei em me aperfeiçoar nas questões da dependência”: Alexandre Araujo | Recuperação Viva

Dependência Química. Fundo com degradê verde claro. No topo, logo do Recuperação Viva. Logo abaixo, frase: "eu não sabia lidar com felicidade", em letras azuis. Logo abaixo, Alexandre Araújo, em branco.

Cinco dos sete integrantes da família eram dependentes químicos. Foi nesse ambiente de vulnerabilidade que Alexandre Araujo teve o primeiro contato com as drogas ainda na infância.

O uso começou aos 11 anos e evoluiu para substâncias mais pesadas, incluindo anfetaminas injetáveis, além do consumo de álcool e maconha. A perda de dois irmãos em decorrência do HIV relacionado ao uso de drogas injetáveis aprofundou ainda mais sua dependência.

Essa história começa a mudar depois de uma convulsão. Quando se vê ensanguentado na rua - e sua mãe o segurando durante a crise -; começa a reflexão para a virada de chave. Durante a internação, Alexandre lê um livro que desperta uma nova forma de enxergar a vida. Pouco depois, Alexandre encontrou acolhimento nos Narcóticos Anônimos, onde, pela primeira vez, sentiu que era aceito, poderia reconstruir sua história e começou a abraçar o trabalho em grupos de apoio.

Neste episódio do Recuperação Viva, Alexandre Araujo conta como os 35 anos de recuperação representaram uma jornada pessoal de amadurecimento e de encontro consigo mesmo. 

Como ele mesmo afirma, ele mergulhou nos estudos sobre dependência, buscou aperfeiçoamento e, ao mesmo tempo, foi cuidando da própria recuperação. 

Hoje, Alexandre é filósofo e gestor de recuperação, ajudando outras pessoas a vencer a dependência química, além de presidente do COMUDA e fundador e presidente do Faces e Vozes, responsável por trazer a ONG para o Brasil.

Dê o play e conheça essa jornada de amadurecimento, autoconhecimento e esperança.      

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