“Eu aprendi a me comparar só comigo mesmo”: Fábio Mota | Recuperação Viva

Dependência Química. Fundo com degradê verde claro. No topo, logo do Recuperação Viva. Logo abaixo, frase: "A recuperação é um processo individual", em letras azuis. Logo abaixo, Fábio Mota, em branco.

Nascido em São Bernardo do Campo (SP), Fábio Mota teve os primeiros contatos com o álcool durante a adolescência, influenciado pelos grupos com quem convivia e pelo ambiente de trabalho. Anos depois, ao morar sozinho, ele passou a ter maior acesso a outras substâncias e viveu um período de intenso sofrimento, que afetou diferentes áreas de sua vida. Quando começou a usar o crack para amenizar os efeitos do álcool, Fábio conta que o uso se tornou uma obsessão, a ponto de abandonar quase tudo. 

Neste episódio do Recuperação Viva, Fábio fala sobre as experiências que contribuíram para sua mudança de vida: as internações, os medos, as recaídas, o autoengano, o desenvolvimento da autoestima e a construção de novas ferramentas para mudar a forma de reagir às situações e de planejar a vida.

A partir da segunda internação, Fábio encontrou nos Alcoólicos Anônimos (AA) e nos Narcóticos Anônimos (NA) importantes espaços de apoio e crescimento. Ele retomou os estudos, concluiu o ensino médio e se formou em Administração e Marketing.   

Hoje, Fábio é padrinho de pessoas em recuperação da dependência química, empresário do setor de tecnologia e criador do aplicativo Padrinho.

Dê o play e conheça uma história sobre a importância de cultivar a recuperação e entenda como a autoestima pode contribuir para construir novos caminhos.

VEJA TAMBÉM: “Recuperação é compromisso, responsabilidade e autoestima”

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