AME Idoso Sudeste trabalha prevenção de queda

Profissionais da unidade organizaram três circuitos para conscientizar idosos sobre saúde e ambientes seguros

O AME Idoso Sudeste realizou atividades de conscientização sobre os riscos de queda no mês de junho. O Circuito da Prevenção da Queda reuniu 91 idosos que passaram por três etapas: Estação movimento, força e equilíbrio; Estação ambiente seguro e uso de medicamentos e alimentação para prevenção de quedas; e Estação aspectos cognitivos e comportamentais.

Na primeira etapa, os participantes foram avaliados fisicamente para identificação de fragilidade, realizando atividades físicas com foco em fortalecimento muscular e equilíbrio.

No segundo circuito, profissionais da unidade apresentaram o preparo de um ambiente seguro para evitar quedas, como usar sapatos adequados e tapetes antiderrapantes. Também foram elaboradas atividades para conscientizar sobre o uso de medicamentos que aumentam o risco de quedas e sobre alimentos que contribuem para a manutenção dos músculos e ossos.

Para finalizar as atividades, a última etapa foi a roda de conversa, na qual os idosos puderam compartilhar suas experiências de queda e medo de cair (peofobia). Os profissionais orientaram os participantes sobre como proceder nessas situações e aplicaram técnicas que auxiliam aqueles que têm medo da queda.

"A maioria dos casos de queda são evitáveis e a educação tanto de profissionais como da sociedade constitui um pilar importante na prevenção. O AME Idoso Sudeste preparou o Circuito da Prevenção de Quedas abordando os principais fatores de risco para quedas, mas enfatizou alguns elementos não muito óbvios como o reforço da alimentação e hidratação, atenção aos medicamentos e o medo de cair”, explica Eliana Tiemi Hayama, coordenadora da equipe multiprofissional de gerontologia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu a data de 24 de junho como Dia Mundial de Prevenção de Quedas.  Ao cair, os idosos podem sofrer consequências físicas e psicológicas, como lesões, alteração da mobilidade, medo de cair novamente, restrição de atividades e declínio funcional.

Atualmente, as fraturas decorrentes de quedas são responsáveis por aproximadamente 70% das mortes acidentais em pessoas acima de 75 anos e os idosos apresentam dez vezes mais hospitalizações e oito vezes mais mortes devido a quedas.

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