Entre os dias 09 e 13 de fevereiro, o Centro de Reabilitação Lucy Montoro, localizado em São José dos Campos e gerenciado pela SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, entrou no clima do carnaval com uma programação especial voltada ao bem-estar dos pacientes. A iniciativa levou marchinhas de carnaval aos corredores da unidade, transformando os horários de lanche dos pacientes em momentos de descontração, acolhimento e integração.
“Essa iniciativa visa melhorar e alegrar o dia dos pacientes, trazendo a inclusão como ALA principal da reabilitação e reforçando que todos podem vivenciar a festa com alegria, dignidade e participação, assim como qualquer outra pessoa”, afirma a educadora física Rosana Fonseca Vilela Ramos.
A ação aconteceu das 10h às 10h15 e das 14h45 às 15h, conduzida pelos colaboradores utilizando adereços carnavalescos e muita animação, dando início às marchinhas pelos corredores da unidade. Os pacientes foram convidados a participar ativamente da ação, seja cantando, acompanhando o ritmo ou simplesmente apreciando o momento. A proposta foi criar um espaço de convivência que favorece a interação social, fortalece os vínculos e contribui com um ambiente mais leve e positivo na unidade.
Um dos destaques da programação foi a criação de uma marchinha exclusiva para o evento, composta pelo técnico de enfermagem Fernando Luiz de Araujo, colaborador da unidade, que colocou em versos o espírito de inclusão, alegria e superação vivido diariamente no Centro de Reabilitação Lucy Montoro. Com o refrão marcante: “Vou reabilitar minha vida, vale ouro, eu vou para o Lucy Montoro!”, seguido de estrofes que convidam todos a sorrir, cantar e celebrar a inclusão, a música anima e reforça o sentimento de pertencimento, e mostra como o talento e o envolvimento da equipe também fazem parte do cuidado humanizado.
Mais do que música, a ação proporcionou alegria e bem-estar, contribuindo para a redução do estresse, o fortalecimento emocional e a humanização do cuidado. A proposta reforça o vínculo entre a equipe e os pacientes, promove integração e gera um impacto positivo no ambiente terapêutico, mostrando que os cuidados também podem e devem ser vividos com afeto, ritmo e sorrisos.