CAPS Infantojuvenil Pirituba comemora dois anos de atividade

A unidade já realizou mais de dois mil acolhimentos e beneficiou mais de cinco mil pessoas desde sua inauguração

O CAPS Infantojuvenil III Pirituba, em São Paulo (SP), administrado pela SPDM/PAIS - Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina/ Programa de Atenção Integral à Saúde -, celebrou seus dois anos de atuação com uma ação de integração, cultura e convivência, com Sarau Julino que reuniu crianças, adolescentes, familiares e profissionais em uma programação repleta de apresentações, música e arte.

"Este momento serve para reconhecer a força da rede, da comunidade e das várias histórias que continuam sendo construídas todos os dias por meio do acolhimento, do cuidado e da esperança", conta Rosali Monteiro, supervisora técnica, no CAPS IJ III.

Desde sua inauguração, em junho de 2024, a unidade já realizou 2.927 acolhimentos iniciais, ampliando o acesso ao cuidado especializado para crianças e adolescentes em sofrimento mental grave, severo, persistente e/ou incapacitante. Considerando também familiares e responsáveis envolvidos diretamente no acompanhamento terapêutico, estima-se que pelo menos 5.854 pessoas tenham sido beneficiadas pelas ações desenvolvidas pelo serviço.

"Receber a missão de inaugurar e construir um CAPS IJ III nesse território há dois anos foi um marco importante na minha carreira profissional e pessoal. Temos o compromisso do acolhimento e do cuidado psicossocial a todas as crianças e adolescentes que apresentam sofrimento mental grave, severo, persistente e/ou incapacitante. Aqui, a população encontra apoio, cuidado e oportunidade de reconstrução de um bem viver", destaca Carla Vandler, gerente da unidade.

O CAPS IJ III também consolidou iniciativas que fortalecem a atenção psicossocial com ações voltadas à população indígena, articulação direta com serviços de urgência e emergência e o matriciamento presencial em 26 unidades do território.

O serviço também desenvolve importantes parcerias com bibliotecas públicas, Centros de Convivência e Cooperativas (CECCOs) e instituições de ensino municipais, estaduais e particulares, promovendo discussões de casos e contribuindo para a construção de redes de cuidado cada vez mais integradas e efetivas.

Compartilhe nas Redes Sociais

Facebook
Twitter
Email
WhatsApp

SaúdeCast

Publicações

Relacionados

Acessar o conteúdo